Delegada lança livro sobre “politização policial”

A interferência política em instituições do Estado sempre desperta preocupações. O tema ganha ainda mais repercussão quando recai sobre a segurança pública. Diante da relevância e atualidade do tema, a delegada de Polícia Civil do Rio de Janeiro Juliana Menescal da Silva Ziehe escreveu o livro “Delegado de política: uma análise do fenômeno da politização da Polícia”, publicado pela editora Appris. Trazendo sua experiência profissional, a autora analisa, de forma inédita, a relação político-partidária entre os órgãos policiais com agentes políticos integrantes da alta cúpula do governo. O lançamento será aberto ao público e acontecerá no dia 22 de julho (sábado), às 17h, na livraria Nobel de Petrópolis, no estado do Rio de Janeiro, (Rua Dezesseis de Março, 399 – Centro).
Projeto “Cidades Invisíveis, Pessoas Incríveis” revela graves problemas de falta de moradia e infraestrutura de Santana

O projeto colaborativo “Cidades Invisíveis, Pessoas Incríveis” chegou a Santana, o segundo maior município do estado do Amapá. Localizado a apenas 17 quilômetros da capital, o município apresenta graves problemas de falta de moradia adequada e infraestrutura. Com população estimada em 120 mil habitantes e área de 1.600 km2, grande parte de sua história remonta à instalação, em 1940, de uma grande empresa que explorou manganês em Serra do Navio e escoava a produção por sua região portuária. Coordenado pela doutora em urbanismo e mestre em planejamento urbano, Bianca Moro de Carvalho, o projeto busca sensibilizar o público para que possa ver, pensar e refletir sobre temas fundamentais para a construção de uma sociedade solidária, empática e resiliente. Nesta nova etapa, Bianca dirigiu e produziu um documentário sobre Santana, que revela seus problemas, história e o dia a dia das comunidades.
A volta de Valesca Lins traz o Rio sem retoques

A escritora e dramaturga Valesca Lins está de volta com seu novo livro de contos “Rio, o Ori”, pela Artêra, selo da editora Appris. O retorno acontece um ano após conquistar o prêmio literário Maria Firmina com “Minhas conversas florescidas no Khat”, na categoria ficção, que valoriza e incentiva a produção intelectual de autores negros. A proposta é mostrar a cidade carioca fora dos cartões postais, sob ponto de vista de uma população invisível aos olhos de muita gente, mas que, ao mesmo tempo, construiu sua essência cultural tão festejada no país e no mundo. “Rio, o Ori” será lançado no próximo dia 27 de maio, às 13h, na Livraria Folha Seca, no Centro do Rio (Rua do Ouvidor, 37).