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Grupo Editorial Appris lança selo cristão evangélico

Grupo Editorial Appris lança selo cristão evangélico

Há 14 anos no mercado e mais de 10 mil livros publicados, o Grupo Editorial Appris lança o selo cristão evangélico Sauvé. O catálogo já estreia com 12 livros e grande diversidade de temas como devocionais, desenvolvimento pessoal, liderança, relacionamento, família, infantil e até acadêmicos. Atualmente os livros religiosos estão na lista dos mais vendidos no país e o segmento amplia a cada ano com resultados positivos.

A iniciativa de criar o selo Sauvé veio da própria demanda de autores evangélicos, que não contavam com a oportunidade de um segmento específico na Appris para atendê-los. Entre as publicações do Sauvé (do francês “salvo”) os leitores terão obras com devocionais diários, como “Porção do dia: 365 reflexões sobre a palavra de Deus”, de Márcio Roman, além de outras com caminhos para superação e renovação, como “Hino de louvor: alegria na adversidade”, de Dayvid Damázio, e “Princípios para uma vida abundante”, de Sérgio Braga, e também inspirações para fortalecer relacionamentos, como “Terapias de casais: uma visão cristã do casamento”, do pastor ngelo Máximo Rodrigues Pinto e da pastora Livia Rodrigues.

Professora da UFF coordena debate sobre políticas públicas

Veículo: O Dia Data: 14/05/202 Página: online Editoria: Niterói

coloquio

 

 

Mostra Cinema e Direitos Humanos chega à 13ª edição projetando paz e respeito à diversidade

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Ministro Silvio Almeida estará no lançamento da programação no Cine Arte UFF, que inclui exibição de filmes e oficinas em todo o país

O ministro dos Direitos Humanos e da Cidadania, Silvio Almeida, participará do lançamento da 13ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, no próximo dia 6 de dezembro, às 16h, no Cine Arte UFF, em Niterói (RJ). O ministro fará palestra com um balanço do primeiro ano à frente da gestão e os desafios da pasta, e anunciará ações no campo da educação, cultura e produção de dados e evidências em direitos humanos. O cineasta Silvio Tendler será o homenageado desta edição da Mostra, que tem realização dos Ministérios da Cultura e dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), com produção do Departamento de Cinema e Vídeo da Universidade Federal Fluminense (UFF).

A 13ª Mostra inclui exibição de filmes e oficinas de cinema e educação. As atividades terão início em dezembro, para a formação de multiplicadores, alcançando mais de 700 professores, que se especializarão na utilização dos filmes como ferramenta de ensino. A agenda vai até março de 2024, quando acontecerão exibições gratuitas nas 26 capitais e no Distrito Federal.

“O relançamento da Mostra na sua décima terceira edição, depois de três anos sem ser realizada, é um marco da atual gestão do MDHC. O evento simboliza a retomada das políticas e participação social em direitos humanos, num horizonte de reconstrução e esperança renovada para o país”, diz Letícia Cesarino, assessora especial em Educação e Cultura em Direitos Humanos no MDHC.

Os filmes selecionados enfocam os grupos em situação de vulnerabilidade e os seus direitos. A proposta é promover através do cinema debates sobre temas como prevenção e combate à tortura e ao genocídio, democracia e enfrentamento ao extremismo, direito à participação política, segurança, diversidade religiosa, memória, verdade, saúde mental, cultura e educação. Também estarão em cena a promoção e defesa dos direitos de mulheres, idosos, crianças e jovens, pessoas com deficiência, população em situação de rua, povos indígenas, LGBTQIA+ e o combate à homofobia, ao racismo e a outras formas de discurso de ódio, além da proteção aos defensores dos direitos humanos.

“Para atingir o maior número de pessoas, prezamos pela acessibilidade nas obras e na seleção dos espaços utilizados para a realização do evento. Além das capitais, a ação chegará ao interior, em uma segunda etapa”, diz a coordenadora geral da 13ª Mostra Cinema e Direitos Humanos, Índia Mara Martins, professora do Departamento de Cinema e Vídeo da UFF.